Época 2015/16

Época 2015/16

O Porto resolveu um problema ao Benfica

Andavam muitos benfiquistas descontentes com a possível vinda do lateral esquerdo brasileiro Alex Sandro, suplente de Léo, para o Benfica, apenas uma promessa quando já temos Carole, que também irá estar presente no Mundial de sub-20.
Pois o Porto acaba de resolver esse problema contratando o jogador.
Veremos quem fica a ganhar e duvido que o valor seja 9,5 milhões como vem noticiado na imprensa desportiva de hoje. Não acredito que o Porto pague isso por uma promessa.

Agora é que vai ser bater em Jesus

Obviamente que eu queria uma vitória.
Obviamente que eu queria uma boa exibição.
Obviamente que ainda chegarão jogadores.
Obviamente que muito trabalho terá Jesus para constituir o onze.
Espero que este estágio tenha servido para elevar os índices físicos tendo em conta o futuro. Se isso tiver acontecido fico satisfeito e relevo a derrota e o empate nos dois jogos de preparação na Suíça.
Impossível com tantas alterações na equipa fazer um bom jogo como foi o caso de hoje.
Sendo assim, creio que mais que preparar o onze titular, estes jogos serviram mais para Jesus saber quem vai dispensar.
Pelo que vi e li, julgo que Júlio César, Wass, André Almeida, Roderick, Jardel (?), Shaffer, Carole, Fernández, C. Peixoto, Rodrigo Mora e Urreta terão a porta aberta para rodar noutros clubes, juntando-se a Kardec (Santos), Airton (Flamengo), Sidnei (Besiktas), Miguel Rosa e Léo Kanu (Belenenses).
No caso de Mora a paragem de meses tê-lo-à tramado perdendo o ritmo de jogo porque futebol parece ter nos pés.
Ficam as dúvidas sobre Miguel Vítor (formação), Nuno Coelho e Fábio Faria por serem portugueses.
Depois temos a dúvida se o jovem Rúben Pinto fica com 28º ou se também sairá para rodar.
Certos estão, a menos que algum seja entretanto vendido, Artur, Roberto, Mika, Maxi Pereira, Rúben Amorim, Luisão, Garay,Javi Garcia, Matic, Aimar, Carlos Martins, Gaitán, Bruno César, Enzo Pérez, Nolito, Jara, Saviola, Cardozo, Nélson Oliveira (por ser português e da formação) e Rodrigo Moreno.
A estes devem-se acrescentar o quase contratado Witsel, um lateral esquerdo e talvez Danilo.
No fim de semana seguem-se mais dois testes com equipas doutra dimensão inseridos no Torneio do Guadiana.

O balneário do Benfica

1 - O futebol é cultura porque a ele corresponde uma forma de ser e estar; identifica um estilo e uma sensibilidade; é gerador de orgulho e fio condutor de histórias centenárias. Durante anos os jogadores viram-se quase obrigados a atuar como os adeptos exigiam, num processo de identidade coletiva que os aproximava do lugar onde se fizeram homens e do momento em que tomaram opções para o resto da vida. Hoje, o tempo é de uniformização. A mística, tal como a conhecemos, é cada vez mais uma quimera; o balneário, como elo de ligação a sentimentos duradouros e a passados de grandes conquistas, deixou de contar. O Benfica, por exemplo, cuja família nunca educou totalmente o incómodo por ter poucos ou nenhuns portugueses no onze, deu um passo em frente para se adaptar à nova realidade.
2 - Sinal de que nem tudo se perdeu pelos caminhos da modernidade, o museu é a primeira paragem dos reforços. Para 2011/12, porém, o Benfica rompeu com apelos à gloriosa história, como quem acredita que o êxito não depende da camisola, do símbolo, do passado e do meio em que as equipas estão inseridas. O presidente afastou do dia-a-dia um dos maiores símbolos encarnados dos últimos 20 anos (Rui Costa); o treinador dispensou Nuno Gomes, indiferente ao peso que tinha como aglutinador das várias sensibilidades na cabina; e agora que muita gente nova está a chegar, esperando que o líder lhes sirva de exemplo, até Luisão volta a esboçar o discurso patético de querer sair (entenda-se, ver melhoradas as condições salariais), repetido há vários anos por esta altura, indigno de um capitão de equipa que se preze.
3 - Basta olhar para a composição dos plantéis para vermos quão universal o fenómeno se tornou; quão heterogéneos se tornaram exércitos compostos por gente de infâncias, bairros, dificuldades e vidas diferentes. Quando a bola começar a saltar, porém, todos coincidirão na defesa do símbolo que trazem ao peito, despertando as cumplicidades que o jogo cria. É esse o milagre que a linguagem do futebol produz, feita de toques, movimentos, olhares, abraços, palavras de incentivo, de alerta e até de recriminação. A unir esses jogadores estão orgulho, ambição e qualidade técnica por vezes acima da média. Mas, mesmo oferecendo talento e suor, os vínculos que os unem à camisola são hoje muito mais voláteis. Com um balneário sem dono, só Jorge Jesus pode equilibrar abalo à mística. Tem pela frente desafio à dimensão do excelente treinador que é.
4 - Porque o Benfica contratou com qualidade e o seu mentor técnico tem o segredo de harmonizar o distinto em pouco tempo, não há motivos para admitir que a águia deixe de voar. Jesus tem mais talento para conceber e construir edifícios de raiz do que para gerir condomínios com vida própria; é um treinador mais próximo da descoberta do que propriamente da gestão; está mais à vontade a operacionalizar uma ideia a partir do zero do que em alimentá-la e aperfeiçoá-la pelo tempo fora. Porque vencer se torna muito mais difícil quando é obrigatório, a pressão suplementar para o treinador encarnado é a de não existir meio-termo: será preto ou branco, sucesso ou fracasso, herói ou vilão. Formar uma grande equipa e ganhar está, mais do que nunca, nas mãos de Jorge Jesus. Apesar dos muitos erros que cometeu, devemos reconhecer que, para o efeito, está em muito boas mãos.
(Rui Dias, in Record) 

Um bom artigo de opinião a meu ver.

Especulação à fartazana

Num jornal desportivo, o Standard resiste por Witsel, noutros é dado como contratado, assim como Danilo cujo empréstimo de Kardec ajudou a quebrar o gelo dos dirigentes do Santos F.C.
Tanto se falou em 8,5 milhões pelo lateral esquerdo Alex Sandro, também do Santos, valor altíssimo por um jogador suplente apesar da sua potencial valia e idade. Afinal, parece que virá mas por empréstimo do grupo de investidores que detém o seu passe. Sendo assim já se compreende melhor, embora fique a sobrar um defesa esquerdo para alternativa ao que virá para ser titular. Ou ele ou Carole, um deles não poderá ficar no plantel.
Pelo que vi de Carole nos jogos da época passada, tem futuro, é forte fisicamente e bom tecnicamente.
Quanto a Alex Sandro, pelos jogos que já vi dele enquanto Léo esteve magoado, também é bom tecnicamente e é muito rápido, assemelhando-se mais a Coentrão do que Carole. Quem pensa que não é bom jogador por ser suplente de Léo que já tem 35 anos engana-se. É que o Léo ainda sobe e desce pelo corredor esquerdo como se fosse um jovem. Porém, quando "rebenta" fisicamente Alex Sandro entra.
Fala-se ainda que Drenthe virá a troco de 4 milhões. Se for verdade discordo, não porque não seja bom jogador, para Futre é espectacular, o problema é que pode virar outro Balboa devido ao seu mau feitio, além de que aufere um ordenado muito alto.
Nada como aguardar para ver!

A aposta forte nas modalidades

O anúncio da contratação do técnico Jorge Rito, ex-ABC, para a equipa sénior de andebol do Benfica, demonstra que os dirigentes encarnados não querem repetir a época 2010/11, não só no andebol mas em todas as modalidades.
No andebol, todos os principais jogadores do Benfica renovaram os seus contratos e já há um reforço garantido, o internacional Inácio Carmo, faltando em princípio mais um reforço.
No basquetebol, falta saber quem será o técnico e quem serão os dois americanos concerteza porque as escolhas estão a ser bem ponderadas para não errar como na última época. Da época passada transitam os principais jogadores portugueses, além do naturalizado Heshimu Evans e do americano Ben Reed.
No futsal, até ao momento foi contratado o ala internacional Bruno Coelho que pertencia ao Belenenses e aguardam-se mais novidades.
No hóquei em patins, sairam Caio (não sei os motivos), Tiago Rafael e Ricardo Pereira, mas entraram os categorizados e experientes Sérgio Silva e Carlos López (argentino).
No voleibol, para além da renovação com os internacionais portugueses Hugo Gaspar e Flávio Cruz, já foram contratados Roberto Reis e Kibinho (brasileiro), ambos ex-V.Guimarães, faltando saber quais as alterações no que se refere aos estrangeiros.
Resumindo, as modalidades de pavilhão preparam-se para atacar os títulos nacionais que fugiram na última época.

Há males que vêm por bem

Se a falta dos centrais que em princípio serão titulares no Benfica estão a causar preocupações à equipa técnica e a todos os benfiquistas, por outro lado permitiu ver em acção em dois jogos quase completos a evolução de Miguel Vítor depois de ter estado uma época no futebol inglês.
À partida para esta época era uma carta praticamente fora do baralho de Jesus. No entanto, a falta de centrais levou o treinador a convocá-lo de última hora para o estágio e eis que neste momento se perfila como o provável terceiro central do plantel, à frente até de Jardel.
Todos os benfiquistas são unânimes que ele tem valor para ficar e está nitidamente à frente do jovem Roderick que precisa urgentemente de rodar para crescer como jogador.
Uma vez que o Benfica se debate com o problema da limitação de estrangeiros no plantel no que se refere à UEFA talvez não fosse má ideia mandar o Jardel também rodar numa equipa da 1ª Liga e contratar outro central de qualidade, ou então testar Fábio Faria no seu verdadeiro lugar pois é alto e esquerdino.

O adeus dos símbolos

A constante evolução da sociedade e as frequentes mutações do quotidiano levam-nos a que repentinamente possamos atingir e passar por situações inesperadas que não estavam minimamente no nosso horizonte. É a lei natural das coisas a que não podemos fugir porque não está normalmente ao nosso alcance impedir que elas aconteçam. É assim em termos individuais e colectivos.

O Benfica, tal como outros clubes desportivos, nasceu, cresceu e solidificou-se com o apego a valores morais e tradicionais que fizeram dele um dos mais conhecidos clubes mundiais, porque soube interligar as sinergias potenciadas na frente desportiva com as da vertente social, que se viriam a revelar indissociáveis da sua matriz e da sua imagem.


Ao longo de mais de um século de actividade ininterrupta, o Benfica ficou amplamente conhecido em todo o mundo por aquilo que fez e por aquilo que passou a representar. Centenas de dirigentes, milhares de atletas e de colaboradores e a mole incomensurável de adeptos e simpatizantes unidos pela motivação e pela paixão, e seguindo o lema que caracteriza os encarnados
E Pluribus Unum, têm dado o seu melhor em prol de um esforço colectivo e têm contribuido decisivamente para o seu sucesso.

Nesse enquadramento e porque o sucesso colectivo não seria possível sem sucessos individuais, muitos foram os dirigentes, os atletas, os colaboradores e os adeptos e simpatizantes que se distinguiram durante a sua secular existência. Existe uma palavra que assentou arraiais entre nós e que nos tem acompanhado – a mística – , que tem simbolizado o querer, a perseverança e a constante procura de ser melhor desportivamente respeitando os outros, sem olvidar a importantíssima componente social que sempre fez parte dos nossos objectivos e da nossa matriz.


A
revolução dos cravos veio introduzir um conjunto enormíssimo de novas situações e as convulsões registadas nas nossas ex-colónias seguidas da independência, vieram pôr fim ao fluxo de jogadores oriundos dos novos países africanos, principal mercado abastecedor do Benfica que até aí se orgulhava de ter vencido na Europa apenas com jogadores portugueses. Por via disso essa exclusividade foi alterada em 1978 quando uma histórica assembleia aprovou a possibilidade do Benfica poder passar a contratar jogadores estrangeiros.

A década de 80 trouxe alterações profundas ao futebol português que passou a ser vulgarmente conhecido pelo futebol
portoguês. A sucessão de nefastos acontecimentos é conhecida de todos. Mas, para além disso, o Benfica começou a contratar jogadores estrangeiros que, sem pôr em causa as suas aptidões, trouxeram também algum mercenarismo, pelo que a tão propalada mística começou lentamente a ser varrida para o caixote do lixo da história.

O futebol foi-se tornando cada vez mais um mero negócio que atraiu toda uma multidão de
novos descobridores, cujo único objectivo passou a ser o vil metal que se extendeu a todos os intervenientes do desporto-rei, sendo que mais tarde a Lei-Bosman acabou por revolucionar completamente as relações clubes-jogadores. E isso significou basicamente a possibilidade dos clubes economicamente mais poderosos passarem a ditar as regras do mercado de uma forma implacável.

Os clubes portugueses por razões óbvias ficaram assim impedidos de competir em pé de igualdade com os grandes potentados estrangeiros, pelo que tiveram que procurar novos mercados mais acessíveis, cujos jogadores em início de carreira começaram a ver os nossos principais clubes apenas como
uma porta de entrada na Europa dos ricos.

Essa
nova ordem e essa nova política têm tido como consequência que o Benfica tem vindo paulatinamente a ter cada vez mais menos jogadores portugueses e sendo assim, a tão importante mística é pouco mais do que uma vaga recordação. A tendência dos próprios jogadores portugueses do plantel é manterem-se cada vez menos épocas ao seu serviço.

Focando-nos na actualidade, havia apenas três
resistentes que se mantinham há vários anos no Benfica sendo esses os porta-estandartes da tal mística benfiquista. Num ápice foram-se! Pedro Mantorras porque tinha problemas físicos insolúveis, Nuno Gomes porque pretendia jogar pelo menos mais um ano e por opção do treinador deixou de ter lugar no plantel, e finalmente José Moreira que havia 12 anos que estava ao serviço dos encarnados e que acaba de sair por opção pessoal.

Qualquer dos três encarnavam o espírito benfiquista, apesar do Nuno só ter sido consensual a partir do momento em que se vislumbrou a porta de saída. Todos eram queridos pelos adeptos e simpatizantes. Se tendo em conta a actual conjuntura, as suas saídas configuram ao fim e ao cabo saídas normais, não é menos certo que com eles foi-se, atrever-nos-íamos a dizer, quase tudo do que ainda restava da mística.


Para além de lhe desejarmos os maiores êxitos pessoais e de lhe agradecer enquanto adeptos a sua postura enquanto defenderam as cores encarnadas, nada mais nos resta do que assumirmos a realidade que por mais que nos desgoste é um facto real e indiscutível.


E esperar que a estrutura benfiquista saiba transmitir aos novos jogadores o que representa vestir o símbolo do Glorioso, recuperando a pouco e pouco
a tal mística que deixámos perder...

Foi apenas um jogo-treino

Se há benfiquistas conscientes do momento, outros começaram a bater em Jesus e nalguns jogadores. Enquanto o Benfica vem realizando muitas vezes três treinos diários e jogara na véspera, o Servette está um pouco mais adiantado na preparação e mantém a base da equipa da época passada. Quem o disse foi João Alves.
Sendo assim, há que ter calma e esperar pelos jogos do fim de semana no Torneio do Guadiana. Mesmo assim, não podemos esquecer que a defesa actual não é a que vamos ter no futuro, por isso calma nas análises e críticas.
Amanhã há mais um treino a sério, desta vez contra os franceses do Dijon.

Teste duríssimo

Este foi um teste duríssimo nesta altura da época. Enquanto o Benfica está na fase inicial da preparação, o Servette vai mais adiantado e foi notória a diferença em termos físicos entre as duas equipas.
João Alves está a fazer um bom trabalho e esta equipa suíça promete pois já se apresenta com processos de jogo bem consolidados e consegue fazer pressão alta, o que dificultou muito o jogo do Benfica que com menos ritmo dificilmente conseguia fugir das marcações.
Concretamente sobre os jogadores do Benfica que hoje actuaram, deu para tirar algumas ilações.
Uma delas é que Artur, Javi Garcia, Aimar, Gaitán, Bruno César e Cardozo são titulares. Além destes, Roberto, Matic, Enzo Pérez, Nolito, Saviola, Jara, Rodrigo, Nuno Coelho e concerteza Carlos Martins e Rúben Amorim (que ainda não jogaram), também estão certos no plantel.
Ao fim de dois jogos, Miguel Vítor está a marcar pontos para garantir um lugar no plantel, enquanto em sentido inverso está Jardel que esteve desastrado hoje.
Parece que Júlio César, não só pela falha no lance do golo de ontem, Roderick que precisa ganhar ritmo de jogo, Fábio Faria apesar de ter feito dois jogos interessantes sabe-se que está a prazo na lateral esquerda e Shaffer, são para emprestar, o que já aconteceu com Alan Kardec.
Fica a dúvida sobre os motivos da não utilização de Carlos Martins, Rúben Amorim, César Peixoto e Rodrigo Mora, embora eu julgue que seja por motivos físicos.
Urreta não foi opção hoje o que poderá indiciar que também tem o lugar em perigo, tal como Wass se entretanto chegar mais alguém, enquanto o jovem André Almeida apesar de não ter estado mal já se sabia que iria ser emprestado antes deste estágio.
Na terça-feira há mais, vamos esperar para ver se a equipa se apresenta melhor.

Obrigado Villas-Boas!

Como não sou ingrato, venho publicamente agradecer, em nome do Benfica e dos benfiquistas, ao treinador André Villas-Boas, pela ajuda prestada na transferência de Fábio Coentrão pelo valor de 30 milhões.
A ajuda é ainda mais relevante por se tratar dum portista assumido.
Com dinheiro do Real Madrid o Benfica está a reforçar a equipa para destronar o FC Porto na próxima época. Se sistema deixar, claro.
Obrigado André!

Segue-se o Servette

O Servette é o adversário de hoje. Treinado pelo antigo craque do Benfica João Alves, o luvas-pretas, e recém promovido à 1ª divisão suíça, certamente será um adversário para se poder ter uma ideia melhor das escolhas de Jesus, defesa à parte pois nenhum dos titulares está na Suíça.
Provavelmente Roberto será testado hoje no lugar de Artur, enquanto na defesa não se sabe se se manterão os titulares de ontem ou se jogam Shaffer, Peixoto e R. Amorim.
Do meio campo para a frente provavelmente manter-se-à a rotação entre todos, ou quase todos, para dar minutos aos antigos e ver em acção os novos reforços.
Seja qual for o resultado, pouco importa. O importante é continuar a preparação da equipa, apesar do handicap da falta dos futuros titulares da defesa.
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