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Grande Carlos Lopez

O Benfica fez duas contratações cirúrgicas esta época para a equipa de hóquei em patins. Uma foi Sérgio Silva, o homem das bombas e das bolas paradas e a outra foi o argentino Carlos Lopez (ex-Barcelona).
Apesar de já ter ganho 5 Taças dos Campeões Europeus, 4 pelo Barcelona e 1 pelo Liceo da Corunha, disse que nunca nenhum título teve o sabor deste campeonato.
Leia abaixo a entrevista na íntegra publicada no Jornal O Benfica.
Nunca joguei com tanta gente a assistir longe do nosso Pavilhão. Nem no Liceo da Corunha nem no Barcelona.
Tenho plena noção de que já ganhei muito, mas nunca com esta sensação... estranha. 

"O que queremos é o Campeonato. A Liga Europeia é apenas um prémio extra". Sempre foi esta a mensagem que os adeptos me passaram ao longo da época. 

Ao marcar o quarto golo, na última jornada, não me consegui conter e a emoção levou-me às lágrimas. Nunca tal me acontecera. 

Pela emoção que senti, este foi o título mais importante que conquistei na minha carreira. Ver a felicidade dos benfiquistas em Almeirim emocionou-me e fez-me ver o que queriam dizer. 

Ganhar pelo Benfica é inigualável. 

Ganhei 5 Taças dos Campeões Europeus (4 com o 'Barça' e uma com o liceo)... Nenhuma me fez sentir semelhante paixão à que me passaram os benfiquistas. 

Mas esta equipa quer mais. Acreditem em nós! 

E acreditem no Jornal "O Benfica", que, todas as semanas, leva até vós a actualidade deste Clube apaixonante.»
(retirado do Blog Planeta Benfica)

Agora queremos também a Taça Carlitos!

3 comentários:

  1. É a tal empatia e mística que se sente quando os adeptos estão totalmente com a equipa que não se pode perder e se deve intensificar, não só no hóquei como também e principalmente no futebol.

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  2. São João da Madeira está com o Benfica!

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  3. Prolongamento no futsal.

    Caso o SLB venha a perder, só há um culpado: o treinador Paulo Fernandes.

    Não aprendeu nada com os jogos do ano passado e, num jogo decisivo, voltou a ter dois golos de vantagem e a permitir que o Sporting recuperasse num 5 para 4.

    Não houve uma alternativa - por ex., combater o fogo com o fogo _, apenas esperar que a defesa aguentasse 6 minutos em 5 para 4.

    «Sorte» que Orlando Duarte não teve tomates e, mal empatou, voltou ao 4 para 4.

    Foda-se para este treinador de merda!

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