A suposta falta de frescura física demonstrada pela equipa nos últimos jogos não faz sentido de acordo com várias opiniões.
Das opiniões diversas escutadas - de um psicólogo, um mestre em alto rendimento, um treinador e um jogador - retirou-se uma ideia clara: o cansaço não pode ser justificação. Entre as várias razões apontadas existe, por um lado, um excesso de confiança dos jogadores que faz com que retirem o pé do acelerador quando a vitória se começa a desenhar. "Trata-se de um fenómeno de invulnerabilidade. Pensam que não podem ser abalados, até porque os resultados têm sido bons, e reduzem-se aos serviços mínimos. Além disso, o adversário também é bom e, por vezes, esquecem-se disso".
Oxalá seja como dizem!


