A verdade, mais cedo ou mais tarde, sempre se sabe.
Há uns tempos atrás o jornalista José António Saraiva, na sua crónica do Record, dizia «... O FC Porto dos últimos jogos (contra Gil Vicente e Guimarães) é uma
equipa quase imbatível. Constrói uma muralha a meio campo que os
adversários raramente transpõem, e depois impõe-se como quer. Os seus
jogadores são autênticos “cavalões”, exibindo uma capacidade física e
atlética que chega a ser estranha. Correm do primeiro ao último minuto,
ganham sempre no choque, saltam como macacos, vão buscar bolas ao “cimo
dos arranha-céus” (como diria Freitas Lobo) e reduzem os opositores a
zero. Chegou a meter dó a máscara de impotência no rosto dos
vimaranenses.»
Agora, o ex-avançado portista Walter Casagrande pôs a boca no trombone. Para quem fez apenas 6 jogos pelo clube dopar-se 4 vezes é obra!
Será que foi aqui que apanhou o vício das drogas que o levou a ter de ser internado há poucos anos para se livrar dele?


