O Benfica não jogou e por isso o jogo dos rivais é o assunto do momento.
Semanas a fio o Benfica sofre na pele as más decisões das equipas de arbitragem. Queixamo-nos, somos apelidados de coitadinhos, de chorões.
São penáltis não marcados a favor, são penáltis contra inconcebíveis.
São amarelos rídiculos. Enquanto os jogadores adversários fazem 10 faltas para levarem amarelo, aos do Benfica basta uma ou duas faltas mais duras para levarem. Se alguém tem dúvidas consulte as estatísticas do campeonato.
"Deu a clara sensação que nos empurraram para a nossa baliza mas não
pela qualidade do nosso adversário. São coisas que se passam no
futebol... Cometemos dois erros e pagámos caro. Acho que a arbitragem
prejudicou o FC Porto. A cada falta assinalada contra nós era cartão
amarelo. E depois houve a expulsão... Não é habitual", analisou o médio
argentino, em declarações à Sport TV.
Não é habitual, diz ele. Claro que não é habitual por isso se queixa, está mal acostumado.
Dos amarelos talvez o dele seja o único meio forçado, mas provou do próprio veneno pois o adversário (Rúben Micael) que lhe sacou o cartão aprendeu na mesma escola.
Para Vítor Pereira não era jogo para 10 amarelos e 1 vermelho!
Uma equipa que é superior ao adversário fazer 27 faltas contra 7 é normal sr. Pereira?
E já agora a opinião de Rui Santos, no Record.
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Queixam-se os portistas de uma má arbitragem de Benquerença, alegando
excesso de zelo em matéria disciplinar. As consequências não terão sido
piores porque, como já acontecera com Carlos Xistra no jogo para o
campeonato, a turma portista começou por beneficiar de uma grande
penalidade não assinalada, quando em plena área Fernando puxou os
calções a Hugo Viana.
Foros de escândalo chegaram a pairar
sobre Braga, porque tornava-se evidente a protecção dada pelo árbitro de
Leiria ao FC Porto. Parecia vassalagem. Na partida de há cinco dias, os
campeões nacionais ainda haviam praticado futebol de boa qualidade,
antes do "golpe final" nos últimos minutos desse jogo para a Liga. No
encontro de ontem, tal a profusão de erros, deu a sensação de que o FC
Porto não queria ficar na Taça. As entradas duras, as más escolhas do
onze, as substituições tardias e o descontrolo emocional constituíram
algo de anormal numa época em que os portistas têm exibido competências.
No domingo passado, o Sp. Braga foi prejudicado pela
arbitragem de Carlos Xistra e abateu-se um estranho silêncio entre os
responsáveis bracarenses. António Salvador rebelara-se em Alvalade e
optou pelo silêncio quando os prejuízos se revelaram nos jogos com o FC
Porto. Mesmo com vassalagem, eliminação da Taça. Há outra hipótese:
desprezo total pela competição, com o Braga a aproveitar e a...
agradecer o presente (antecipado) de Natal.
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