Época 2015/16

Época 2015/16

A pressão resultou

Escrevi aqui há dias que os azuis se queixaram da dupla de arbitragem nomeada para o clássico com o Benfica em hóquei em patins. E pelos vistos a pressão resultou!
Quem acompanha e percebe de hóquei sabe que os jogadores azuis cavam muito bem as faltas.
Contra o Benfica eram todas assinaladas, mesmo as não existentes. 
A falta assinalada a Tuco a poucos minutos do final e consequente cartão azul tirou qualquer esperança de recuperação porque o Benfica ficou 2 minutos com um jogador a menos.
Muitos dirão, não falhassem tantos livres directos. Pois é um facto, mas se as coisas não correm de feição e ainda a arbitragem dá um empurrãozinho contra, fica mais difícil.

Mau perder?

O Andrezinho voltou a atacar nos últimos dias. Não sei se por estar numa boa fase no seu actual clube, resolveu soltar o verbo. E pela enésima vez voltou a falar do título conquistado na Luz.
Para quem conhece o futebol português da forma que conhecemos, ouvir falar de mau perder do Benfica, depois do que se tem passado no Dragão, é dose!
Realmente estes corruptos são uns convencidos.

Acorda do sonho Domingos!

O treinador Domingos Paciência, agora no Deportivo da Corunha, disse que queria ter como reforços Lima e Sílvio. Sílvio era fácil e já lá está, agora Lima é melhor acordar do sonho porque nunca o vai ter no seu actual clube.
Para poder voltar a contar com o seu ex-pupilo vai ter de se mudar para um clube com dinheiro.
Custou, ao que parece, 4,5 milhões de euros. Agora não sai por menos de 15!
Apesar de estar no Benfica apenas há 4 meses, já evoluíu muito, sendo agora um avançado mais completo.

Merecidos elogios

Amado por uns (a maioria), odiado por alguns (ainda), Cardozo fez 3 hat-tricks em alguns dos últimos jogos.
Chovem elogios por todos os lados.
Uma coisa é certa, já é o melhor marcador estrangeiro do Benfica e promete alargar a vantagem, garantindo um lugar na história do clube.
Hoje ele é tema em todos os principais sites desportivos, com merecidos elogios!

2013, ano importante em termos financeiros

O ano de 2013, que agora começou, vai ser muito importante em termos financeiros para o Benfica. É que apesar da crise, será o ano em que passará a explorar por conta própria os direitos televisivos e renovará a publicidade principal nas camisolas.
Se no que se refere aos direitos televisivos não se sabe quanto poderá receber por falta duma referência e também porque ainda não estão concluídos os estudos sobre a melhor forma de os explorar, já no caso da publicidade nas camisolas, actualmente pertença da PT, sabe-se que recebia pouco mais de 5 milhões/ano, logo quem quiser colocar o seu nome na camisola encarnada terá de pagar mais que isso. Hipóteses são várias, nomeadamente a própria PT, mas também a Emirates.

E depois dizem que os benfiquistas é que se queixam

O Benfica-FC Porto em hóquei em patins, que se disputará no sábado num dos Pavilhões da Luz, será dirigido pelos árbitros Rui Torres e Rego Lamela.
Uma nomeação que já mereceu críticas da estrutura portista.
«Ficámos surpreendidos, não pelos árbitros, que são internacionais, mas sim pelo caso que se passou em 2012, já que um deles (Rui Torres) dirigiu o Benfica-FC Porto que originou um protesto do FC Porto. O outro elemento (Rego Lamela) foi nomeado pela 5.ª vez este ano para jogos do Benfica, atentou Franklim Pais ao Porto Canal.»

E depois ainda dizem que nós é que estamos sempre a criticar as nomeações e a queixarmo-nos dos árbitros!

Goleada ao ritmo de treino

O Benfica está nos quartos-de-final da Taça de Portugal depois de golear o Desportivo das Aves por 6-0.
Golos dos pontas-de-lança, Cardozo (3), Rodrigo (2) e Lima (1, de penálti).
Ao marcar o 1º golo logo aos 5 minutos o jogo tornou-se fácil porque o Aves se tinha esperança em conseguir sair da Luz sem perder, viu esse sonho acabar-se muito cedo.
Apesar da goleada, a exibição teve altos e baixos, com alguns jogadores desconcentrados, casos de Nolito durante todo o jogo, Gaitán e Bruno César a espaços.
Mais uma vez gostei do miúdo André Gomes, desta vez na posição de trinco, visto que Matic foi poupado, entrando apenas no início da 2ª parte, mas para o lugar de Jardel (lesionado), a central portanto, passando Garay para o lado direito do eixo da defesa.
Poupados também foram Salvio, Ola John, Enzo Peréz e Lima, embora Lima e Salvio tenham entrado no decorrer da 2ª parte.

Benfica-Desportivo das Aves ao vivo (online)

Assista ao vivo ao jogo Benfica-Desportivo das Aves, a contar para os oitavos-de-final da Taça de Portugal.


Onze inicial do Benfica:
Artur; Maxi (cap.), Jardel, Garay e Luisinho; André Gomes, Brun César, Nolito e Gaitán; Rodrigo e Cardozo.
Suplentes:
Paulo Lopes, André Almeida, Matic, Enzo Pérez, Salvio, Ola John e Lima.

Rodrigo abre o activo aos 5 minuos após excelente assistência de Gaitán. Foi só encostar!
Cardozo faz o 2-0 aos 18 minutos, interceptando um atraso para o g.redes, evita-o e remata depois com o pé direito.
Cardozo bisa aos 22 minutos, agora de cabeça, após cruzamento de Rodrigo.
Cardozo faz o hat-trick aos 32 minutos, novamente de cabeça e novamente a cruzamento de Rodrigo.
Ao intervalo: 4-0
Sai Jardel ao intervalo e entra para o seu lugar Matic. Será lesão?
Rodrigo faz o 5º do Benfica aos 56 minutos.
Sai Cardozo e entra Lima, aos 60 minutos.
Lima faz o 6º, de penálti, por falta cometida sobre si, aos 73 minutos.
Sai Rodrigo e entra Salvio aos 74 minutos.
Resultado final: 6-0

Finalmente um guarda-redes indiscutível

Desde Michel Preud'homme, já lá vão 12 anos que saíu, não tínhamos um guarda-redes tão consensual para os benfiquistas, e não só.
Leiam o artigo abaixo.


«Paradigma de bom senso, tranquilidade, razão e segurança, até o escrete canarinho ganhará se o escolher. Com Artur na baliza, a reserva moral do futebol que é a seleção do Brasil ficará em muito boas mãos.

1 Disse José Mourinho sobre Essien que o ganês é daqueles homens a quem confiaria os filhos se necessário fosse. Jorge Jesus não irá tão longe sobre Artur, mas dele dirá que não espera precipitações ou qualquer manifestação esquizofrénica que sirva para acentuar pânico onde é suposto levar serenidade e competência. O brasileiro tem o saber enciclopédico dos mais experientes, aqueles que atingem a maturidade plena acumulando informação sem perderem agilidade, reflexos, coragem e prazer pelo jogo. É quase impossível vê-lo cometer erros táticos, por posicionamento deficiente, má avaliação de distâncias ou decisões erradas. O seu talento conjuga o espírito juvenil de quem ainda tem sonhos por cumprir com a requintada sobriedade de quem já viveu muitos anos debaixo dos postes – é um dos melhores guarda-redes da história recente do futebol português.

2 Artur revela ainda a força da intimidação, o estatuto dos marechais das balizas que pode levar o avançado, em circunstâncias iguais, a ter comportamento diferente mediante o adversário que lhe surge pela frente. Certa tarde, em Alvalade, no Sporting-Alverca de 1999/00 (1-1), aconteceu o insólito: quando toda a equipa leonina procurava a vitória nos derradeiros instantes do jogo, Paulo Costa roubou a bola e correu isolado mais de meio campo na direção da área verde e branca; no momento de decidir, olhou em frente e viu o gigante Peter Schmeichel; desarticulou-se, tremeu e, talvez por entender que a baliza estava fechada (se calhar estava mesmo...), rematou ao lado. Essa capacidade para fazer tremer os adversários torna um guarda-redes ainda mais valioso.

3 De resto, o número 1 encarnado depurou estilo e tipo de intervenção que o aproximam do ideal para as necessidades de uma grande equipa. Artur sabe que há templos na vigilância dos quais não se pode jogar em contínuo processo de descarga de energia e tensões; que um erro na defesa desses tesouros mais valiosos não tem remédio porque, a esse nível de exigência, ao contrário do que sucede em cofres mais modestos, jamais lhe é concedida uma segunda oportunidade. Como diz Jorge Valdano sobre esses guarda-redes dos campeões, ciente de que as falhas são mais notadas porque aparecem pouco em cena, “estão destinados a contemplar mas não se podem dar ao luxo da distração”. Essa é a grande diferença entre o guardião das potências e os outros.

4 Artur confirma ser o guarda-costas perfeito para esta águia de bons costumes e vocação aventureira. Os cabelos brancos, que começam a evidenciar-se, anunciam um homem responsável, maduro, sábio e tranquilo; que nunca tem pressa, raramente se enerva e dispõe de soluções técnicas para cada situação; um guarda-redes assente na virtude de saber esperar pelo momento de intervir sem perder a concentração e que não altera o comportamento mesmo quando passa muito tempo como espectador. Numa equipa atrevida e ambiciosa, Artur é o paradigma de bom senso, tranquilidade, razão e segurança. E até o escrete canarinho ficará bem servido se o escolher. Com ele na baliza, a reserva moral do futebol, que é a seleção do Brasil, ficará certamente em muito boas mãos.» (Rui Dias, in Record)

Mais comedidos no mercado

O Benfica, pelo menos a avaliar pelo que tenho lido, não está a pensar contratar ninguém neste mercado de inverno. Alguns podem considerar mau em termos desportivos, mas seguramente será óptimo em termos económicos. E temos exemplos bem próximos de casa do perigo que isso representa!
Segue um artigo que encontrei sobre o tema.

«Ao contrário do que pensava e cheguei a afirmar num artigo, Jesus e Vieira têm conseguido surpreender-me! Os grandes clubes portugueses não podem continuar a sonhar que vão vender jogadores todos os anos e com isso obter uma série de milhões, equilibrando gestões financeiras totalmente irresponsáveis.
Vieira parece ter percebido (ou os bancos fizeram-no perceber à força) que o clube não podia continuar numa espiral louca de subida de passivo e parece ter travado a ânsia de compras de jogadores a preços exorbitantes. Atenção, parece... mas vamos ver se se confirma, porque vem aí janeiro e espero que não retorne a compras de 7,8 ou 9 milhões.
O Benfica tem de ir baixando o passivo para não ficar totalmente refém de credores, como o Sporting. Tem de gastar menos na compra de jogadores e ir baixando os gastos com ordenados.
Jesus parece ter aprendido que deve ir rodando jogadores, para que a equipa não se limite a render dois terços da época e depois afundar-se como em anos anteriores. Aparentemente também descobriu (teve mesmo que ser, face às vendas de Witsel e Javi, mais as lesões) a equipa B. Percebeu que correu bem com os Andrés e que, como não há dinheiro, é uma boa hipótese para “reforços”. Miguel Rosa e Cancelo serão os próximos, embora com menores hipóteses que os anteriores.
Também parece que o Benfica anda mais atento a possíveis jogadores de outras equipas da nossa liga.
Se todas estas aparências se confirmarem, finalmente o clube entrou no rumo correcto. Poderá ter consequências menos boas no curto prazo, mas serão certamente positivas no médio/longo prazo.
PS – No plano oposto temos o FC Porto. Não se vê ninguém da equipa B e continuam a comprar a preços loucos. Dará resultados no imediato, mas continuará a aumentar o passivo...» (in Relvado)

Retrospectiva benfiquista de 2012 e perspectivas para 2013

Porque o Benfica não é apenas um clube de futebol, aqui fica o destaque das conquistas das modalidade em 2012 e perspectivas para 2013.

Hóquei em Patins: 2012 foi histórico!

O Hóquei em Patins do Benfica viveu um ano civil 2012 de sonho que, certamente, marcará a história da modalidade no Clube. Sucesso a todos os níveis permite boas perspectivas quanto ao futuro.

Não será exagero dizer que 2012 pode ter sido um dos anos mais importantes na história do Hóquei em Patins benfiquista, tendo como expoente máximo a conquista do 21.º título Nacional pela equipa Sénior. Um objectivo atingido através da consolidação de um plantel homogéneo em qualidade, da evolução de uma estrutura forte e profissionalizada e do solidificar de um método de trabalho técnico propício ao hábito de vitória. Os anos anteriores permitiram a conquista de alguns títulos, mas foi em 2012 que o Campeonato Nacional foi recuperado, 14 anos depois.

Após garantido o mais importante objectivo, a equipa benfiquista acabou por ser derrotada na final da Taça de Portugal, diante da Oliveirense. O clima então vivido não deixou de ser de natural festa “encarnada”, mas o facto é que foi uma final perdida, que a actual formação quer rectificar, com bons indicadores já dados em 2012/2013...

Campeão conquistador e líder
Já se sabe: chegar ao topo é difícil, mas manter-se lá é ainda mais. O Sport Lisboa e Benfica ainda não perdeu qualquer encontro oficial na presente época, tendo já um título para acrescentar ao futuro Museu Cosme Damião. O início da nova temporada proporcionou o reencontro com a Oliveirense na “Supertaça António Livramento”. O Benfica venceu, por 9-5, materializou a sétima conquista deste troféu e, acima de tudo, manteve a senda vitoriosa de uma equipa com mínimas alterações, registando apenas a entrada do espanhol, Marc Coy, para a vaga deixada por Sérgio Silva.

No que toca às duas provas de continuidade que o Benfica já está a disputar, o ano termina com uma importante palavra: liderança.

No Campeonato Nacional, principal objectivo, a formação da Luz segue na frente da tabela classificativa sem qualquer derrota, situação que se repete no grupo C da Liga Europeia. O Benfica quer marcar uma posição cada vez mais forte também na prova maior de clubes a nível europeu e chegar longe esta temporada.

Conquista do título é o tónico do Andebol para 2013

A vitória na Supertaça, no dia 2 de Setembro, no arranque de 2012/13, foi o momento alto do ano. A qualidade do plantel permite acreditar na conquista do 8.º título nacional.

O conjunto orientado por Jorge Rito venceu na final da Supertaça o Sporting, por 29-26, após ter eliminado na meia-final o FC Porto, por 28-27. Esta foi a melhor maneira de iniciar 2012/13 e um forte tónico para atacar o principal objectivo da época – oitavo título nacional da sua história.

Para tal, conta com um plantel de grande qualidade que tem colocado muitas vezes atletas nos setes ideais das jornadas. Os cinco reforços para a época aumentaram o valor do colectivo – Vicente Álamo, Davor Cutura, Tiago Pereira, Álvaro Rodrigues e Dario Andrade.

No Campeonato, após ter terminado a Fase Final 2011/12 na 4.ª posição, está a realizar na presente época um percurso notável. Soma 45 pontos na Fase Regular, a apenas um da liderança, e na primeira volta venceu todos os jogos. Na Taça de Portugal o próximo adversário é o Xico Andebol.

Na Taça EHF o Benfica participou pela 11.ª vez da sua história nas provas europeias, onde após eliminar os suíços do Pfadi Winterthur e os italianos Südtirol, acabou por ser afastado por uma formação do forte Andebol francês, o HBC Nantes.

O Benfica tem dominado as convocatórias da Selecção Nacional, como acontece no Torneio Internacional do Qatar, que está a decorrer entre 27 e 29 de Dezembro, ao contar com cinco atletas – Dario Andrade, David Tavares, José Costa, Cláudio Pedroso e Tiago Pereira.

Futsal: Um ano repleto de troféus

Um ano, duas épocas e quatro títulos conquistados. Em termos internos, o Futsal do Benfica ganhou tudo o que havia para ganhar e tornou-se no Clube com mais títulos da modalidade em Portugal.

A vitória sobre o Sporting no primeiro jogo oficial da última época, a 3 de Setembro de 2011, deu ao Benfica a Supertaça e a convicção que estava para chegar uma temporada positiva.

E assim foi. A equipa orientada por Paulo Fernandes venceu todas as provas nacionais em que esteve inserida e, mais importante que tudo, recuperou o título de Campeã Nacional que lhe fugira dois anos antes pela mão, precisamente, de Paulo Fernandes, então técnico do rival.

Durante a temporada 2011/12, o Benfica realizou 50 jogos (42 oficiais), tendo alcançado um registo de 43 vitórias, quatro empates e três derrotas, comum um "goal average" de 259 golos marcados e 89 sofridos.

Na Taça de Portugal, os “encarnados” deixaram para trás o Sporting nos quartos-de-final, com uma vitória na Luz, por 3-1, e jogaram a partida decisiva frente ao Modicus. O triunfo, por 2-1, dava o segundo troféu da temporada, o primeiro do ano que agora termina.

Estávamos a 6 de Maio. Depois da Taça... o Campeonato
Cerca de um mês e meio depois, era necessário recorrer ao quinto jogo da final do play-off do Campeonato Nacional. Duas vitórias para o Benfica (5-1, em casa, e 4-5, após grandes penalidades fora), duas vitórias para o Sporting (2-1, fora, e outro 2-1, em casa) e do quinto jogo tinha de sair o Campeão Nacional. Na Luz, foi preciso haver prolongamento mas o título haveria de voltar às mãos do Benfica. Joel (2), César Paulo, Diece e Davi marcaram os golos na vitória, por 5-4, e a festa vestiu-se de vermelho rubro.

O Clube com mais títulos
Novo início de temporada e mais uma Supertaça conquistada. Frente ao Modicus, finalista vencido da Taça de Portugal, o Benfica venceu, por 5-3 (golos de Davi, Joel, Marinho, Vítor Hugo e Gonçalo Alves) e tornou-se no Clube com mais títulos no Futsal português. Com apenas onze anos de existência, são já 18 os títulos conquistados, divididos por seis Campeonatos, seis Supertaças, cinco Taças de Portugal e uma UEFA Futsal Cup.

Ponto de situação
Até ao final deste ano, o Benfica disputou 23 partidas (15 oficiais), venceu 19, empatou uma e perdeu três, tendo marcado, até ao momento, 146 golos e sofrido 39.

Na Fase Regular do Campeonato, o conjunto orientado por Paulo Fernandes segue na 2.ª posição, na Taça de Potugal a participação tem início marcado para 12 de Janeiro e o Modicus está de novo no caminho, agora nos 16-avos-de-final. O ponto mais negativo deste ano foi a participação na Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup, em Tblissi, na Geórgia, onde o Benfica não alcançou o desejado apuramento para a Final Four da competição, depois de vencer o Luparense (Itália), empatar com o Eto Gyor (Hungria) e perder com os anfitriões do Iberia.

Acabar 2012 a vencer
A equipa de Futsal do Sport Lisboa e Benfica terminou 2012 com uma vitória clara (4-1) sobre o Fundão, em jogo a contar para a 11.ª jornada do Campeonato Nacional.

No regresso ao Pavilhão n.º 2 da Luz, o Sport Lisboa e Benfica procurou brindar os adeptos com um triunfo desde o início, isto perante um adversário bem colocado na tabela classificativa. César Paulo, Diego Sol, Gonçalo Alves e Joel Queirós foram os “matadores” de serviço. 2013 abre com o sempre emocionante dérbi, com os “encarnados” a deslocarem-se até ao reduto do Sporting, uma partida agendada para o primeiro fim-de-semana do ano.

Basquetebol: Ano de total supremacia

O Basquetebol do Sport Lisboa e Benfica foi sublime durante 2012, onde os alicerces da vitória foram construídos com base em três fundações basilares: humildade, trabalho e talento.

Os profetas da desgraça cedo diagnosticaram um Basquetebol benfiquista debilitado. A derrota, ainda em 2011, com o Lusitânia, a isso levou. O ano até nem começou bem com o Benfica a ceder na Taça de Portugal e na Taça Hugo dos Santos, mas o treinador Carlos Lisboa nunca abandonou as suas convicções, até porque sabia o que tinha em mãos e também o que lhe estava a faltar.

As lesões que perturbaram, em muito, o trabalho desempenhado não podiam durar para sempre e a equipa estava ainda longe do estado de forma que viria a alcançar. E aí, por várias vezes, tem que se tirar o chapéu ao conjunto “encarnado” e equipa técnica, que lutaram com todas as forças que tinham e solucionaram com mestria os desafios.

O 2.º lugar na Fase Regular dava vantagem ao principal adversário, o FC Porto, que sabia que, em caso de final com os “encarnados”, jogaria sempre os primeiros jogos em casa.

No lado do Benfica, ninguém se atemorizou e com trabalho, suor e dedicação enfrentaram-se os desafios seguintes. Académica e Lusitânia caíram nos play-offs, por 3-1, em jogos e seguiu-se o FC Porto. Dois jogos no Dragão, uma vitória e uma derrota. O mesmo se seguiu no Pavilhão Império Bonança, com mais uma vitória para cada lado.

O último jogo a ser discutido no Dragão assustou muitos mas não os jogadores do Benfica e o treinador, Carlos Lisboa, confiantes na conquista do título. E assim foi, com uma exibição talentosa e estóica o Benfica venceu o FC Porto, por 56-53, e festejou em pleno reduto adversário. O 23.º título nacional estava conquistado e o escudo de Campeão voltava para a Luz.

Na época 2012/13 o rumo está, para já, de mãos dadas com o sucesso: vitórias na Supertaça e no Troféu António Pratas, frente à Académica. No Campeonato, nove jogos, nove vitórias e um 1.º lugar a mostrar que o trabalho de casa está a ser feito. Augura-se um auspicioso 2013.

Voleibol ambiciona título em 2013

O ano de 2012 foi “agridoce” para o Voleibol. Em Setembro começou uma nova época e todos esperam que tenha sido o início de uma história que merece, finalmente, um final feliz.

Os comandados de José Jardim terminam o ano com 18 vitórias em outros tantos jogos disputados, um título conquistado, a Supertaça, e o primeiro passo dado com sucesso rumo à conquista da 15.ª Taça de Portugal do palmarés da Secção.

À entrada para 2013, o Benfica soma 48 pontos no Campeonato Nacional, fruto de 16 vitórias em 16 jornadas, nas quais se destacam os triunfos categóricos sobre os principais adversários na luta pelo título nacional. Frente ao Sporting de Espinho, campeão em título, e Fonte Bastardo, os “encarnados” cederam apenas dois “sets”, os dois únicos parciais perdidos nestes quatro meses de competição.

Com seis jogos por disputar na I Fase da Divisão A1, a formação da Luz tem já os dois pés na ronda seguinte, onde as seis primeiras classificadas por altura da 26.ª jornada vão lutar entre si pelos dois primeiros lugares que dão acesso à final de apuramento do Campeão Nacional.

A avaliar pelo desempenho dos actuais líderes, o Benfica é o mais sério candidato a marcar presença nos decisivos certames.

Taça de Portugal

Os detentores da Taça de Portugal começaram a caminhada rumo à conquista de mais um troféu em casa, frente ao Clube de Vólei de Lisboa, na primeira eliminatória da prova “rainha”.

Sem surpresas, o Benfica venceu, por 3-0 e, com mérito, garantiu um lugar na fase seguinte. 
(Textos retirados do site do Benfica)
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