No meu post
Especial: No Name, a vergonha dos benfiquistas, critiquei as acções praticadas alvo de julgamento e o incidente dos petardos no jogo com o Liverpool. Tive o cuidado de referir que não generalizava as críticas a todos os membros, ou componentes, da referida claque.
Do mesmo modo que critiquei os membros da claque, critico agora a justiça que temos neste país.
Como a maioria já deve ter lido, o pedido de nulidade das escutas, solicitado por alguns dos réus, foi indeferido.
Ora pergunto porquê? Qual a diferença entre as escutas destes arguidos e as de outros?
Ou será por este motivo, JUIZ É 'FERRENHO' DO FC PORTO
Renato Barroso é o juiz-presidente do colectivo responsável pelo processo ‘No Name Boys’. O magistrado, no entanto, nunca negou a sua condição de adepto ‘ferrenho’ do Futebol Clube do Porto.
Renato Barroso, de resto, já foi mesmo o presidente da casa do FC Porto em Lisboa. Mas este não é o primeiro processo com referências ao Benfica que o juiz julgou durante a sua carreira. Foi este magistrado a condenar o ex-presidente do clube encarnado, Vale e Azevedo, a sete anos e meio de cadeia por burla ao empresário Dantas da Cunha.
No processo dos No Name Boys, Renato Barroso promete, entretanto, uma decisão para breve sobre o requerimento apresentado pela advogada de três arguidos, que requereu a nulidade de parte da acusação, alegando que a investigação do crime de associação criminosa é da competência da Polícia Judiciária e não da PSP.
Cada um tire as suas conclusões!