Época 2015/16

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O "sistema" treme

O "sistema" treme. Será que é desta que cai?
Abaixo entrevista do presidente da Liga e crónica de Pedro Guerreiro.

A conversa é frontal mas esconde tanto quanto revela. À primeira vista, há uma guerra entre Mário Figueiredo e Joaquim Oliveira. Vendo melhor, a guerra é entre clubes de Lisboa e do Porto. No final, estamos a falar de dinheiro e poder.

Nos últimos dias, as declarações de Mário Figueiredo, que fazem eco nas declarações de Rui Gomes da Silva, António Oliveira e Rui Santos, são pedradas contra Joaquim Oliveira. Contra o seu poder. E contra aquilo que dizem ser uma orquestração para afastar Figueiredo da Liga.

O poder da Olivedesportos é antigo, já foi maior, e decorre da dependência financeira dos clubes face à empresa que lhes paga ou pagou durante anos direitos televisivos, muitos vezes de avanço para suprir défices crónicos. Tudo isto é verdade. Como é verdade que Mário Figueiredo chegou à liderança da Liga, depois de uma noite surpreendente, como defensor dos clubes mais fracos. Mas sejamos claros em vez de ingénuos: Mário Figueiredo só fala assim porque estará amparado pelo Benfica.

Não é à toa que, depois da famosa reunião da Liga de há semanas, Luís Filipe Vieira afirmou que o futuro do futebol português passa pelo Benfica e pelo Sporting. Os dois clubes de Lisboa estão a usar ou a aproveitar a cisão na Liga para derrubar o “sistema” que, segundo eles, é dominado pelo Porto. Mário Figueiredo, que por sua vez é acusado de ter feito maus negócios nos patrocínios da Liga, de ter falhado a distribuição de dinheiro pelos clubes pequenos e de não contrariar a perda de espectadores nos seus jogos, aparece colado ao Benfica. Vieira, que consegue resguardar-se mais nesta luta do que Bruno de Carvalho, não se inibe no entanto de ter tantas vezes Mário Figueiredo nos jogos do Benfica, pelos quais o presidente da Liga parece ter predileção.

Não há anjinhos no futebol. A quebra de hegemonia da Olivedesportos, para a qual muito contribuiu a BTV, é também uma redistribuição de poder e de negócios. Mário Figueiredo está nessa guerra. Mas ele é mais soldado que general.

Zangaram-se as comadres

«O suposto golo de Óscar Cardozo - que originou o falso 3-2 - no recente Benfica-FC Porto ainda não está esquecido.
Depois de, nesta segunda e terça-feira, dois jornais terem escrito que o "golo-fantasma" do paraguaio consta nas estatísticas no portal da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, a entidade reagiu.
A Liga critica a postura da Olivedesportos, empresa ligada aos dois jornais em causa, e explica que Cardozo já marcou 14 golos (número que aparece no site) nesta época, quando somados os jogos de campeonato e Taça da Liga.
Comunicado da LPFP:
"Na sequência da notícia “Site da Liga insiste no golo de Cardozo”, divulgada no site do jornal O JOGO, no dia 14 de Janeiro de 2013, e da notícia “Golo-fantasma de Cardozo continua a contar para a Liga”, publicada na página 33 da edição de dia 15 de Janeiro de 2013 do Jornal de Notícias, vem a Liga Portugal esclarecer:
De acordo com os relatórios de jogo, até à 14ª jornada da Liga Zon Sagres, o jogador Óscar Cardozo marcou treze golos nesta competição. No jogo da 2ª jornada da 3ª fase da Taça da Liga, Cardozo marcou um golo. Deste modo,  em ambas as competições, o jogador totaliza catorze golos marcados esta época.
Esta campanha caluniosa de desinformação e mentira contra a Liga Portugal tem sido levada a cabo pelos meios de comunicação social pertencentes ao grupo Controlinveste, do mesmo grupo da Olivedesportos.
Sem princípios éticos, apreço pela liberdade, respeito pela verdade e independência jornalística, esta campanha apenas serve os interesses monopolistas e anti-concorrenciais da Olivedesportos, colocando em causa a liberdade de imprensa.
Órgãos de comunicação social detidos por quem não respeita a verdade, a ética e a independência jornalística perdem credibilidade, leitores e ameaçam a democracia. 
A Liga Portugal rege-se pelos princípios da transparência, verdade e liberdade, denunciando veementemente este tipo de campanhas mentirosas."» (in Relvado)

Com a Liga e a Olivedesportos em guerra é caso para dizer que as comadres se zangaram!

Olivedesportos: fim de ciclo ou refundação?

Durante anos, a empresa foi o abono de família da maior parte dos clubes da primeira divisão, para não dizer de todos. Com um projeto arrojado ao nível do desporto rei e com a aposta no, possivelmente, melhor conjunto de canais de desporto da Europa, investia primeiro, para colher depois em publicidade, venda de jogos para outros países e o pagamento mensal para poder ver as partidas. E se pensarmos bem, com a quantidade de campeonatos e número de jogos a que se podia aceder com uma simples mensalidade, o binómio preço/qualidade era claramente vantajoso.
Já para os clubes, com fracas receitas de bilheteira, na altura pouca organização em relação ao mundo televisivo e impostos por pagar, a tábua de salvação, para se manterem à tona, e um lucro inesperado e imediato, para fazer face as despesas correntes, eram extremamente apetecíveis. Claro que haveria sempre o outro lado da moeda: a possível valorização do próprio clube no futuro; os longos prazos dos contratos, sem aumentos conforme a mesma valorização e a sujeição à ditadura da transmissão televisiva, que destruiu as tardes de futebol, eram inconvenientes rapidamente esquecidos perante a cor do dinheiro vivo.
Assim, a empresa cresceu até onde está hoje. Rádios, canais desportivos, jornais de referência e extensas participações em várias áreas da comunicação social. Tudo isto com o olhar benevolente da autoridade da concorrência, principalmente no que concerne às transmissões de futebol. Senão veja-se, por exemplo, a "coincidência" que levou o ministro Relvas a considerar, depois de décadas, que o pobre não terá direito a, pelo menos, um jogo da primeira divisão em sinal aberto. Num país claramente embebido nessa tradição. E isso meses depois de um famoso almoço num restaurante lisboeta e à, face à crise, falta de oferta de algum canal para pagar por esse jogo.
A partir daqui começa, no entanto, a ver-se a crise e a emancipação de alguns clubes. A parte da comunicação social, com perda de audiências, quebra de vendas e recuo na captação de publicidade, leva à procura de venda. Segundo dizem a investidores angolanos. A Sport TV, essa, continua forte.
Depois, o final de contrato entre Benfica e Olivedesportos. Que terá o seu impacto. Serão só 15 jogos. Mas será sempre diferente. Sendo o clube com mais audiências, faltará ver o impacto nas contas da empresa. E se outros não seguirão o exemplo. Depois, cláusula claramente desajustada e única no mundo empresarial, em que se sujeita o preço a pagar a um clube que no panorama televisivo desportivo não tem sequer comparação com o do Benfica, soa mais a negócio ruinoso do que a estratégia adequada.
Tudo isto, somado, dará uma Olivedesportos mais forte? Ou o fim de um domínio declarado e incontestado no panorama do futebol português? Ou iremos assistir a uma refundação da mesma, apostando só no futebol e tentando mudar a estratégia de preços e oferta ao público, por exemplo, do Benfica, que seguirá o clube para o canal que lhes transmitir o jogo do seu clube em casa? Tudo está em aberto, mas tudo está também diferente. O que parecia inquebrável vai abrindo brechas e dando o flanco mais vezes do que o costume.
Do outro lado, mais uma vez pioneiro, poderá o Benfica tornar-se no grito de Ipiranga deste colete de forças, que a escassez de dinheiro dos clubes os leva a não tentar sequer procurar alternativas? Convenhamos que o mercado não será dos mais fortes. Que o país é pequeno. Que somente meia dúzia de clubes poderiam capitalizar a exploração própria dos seus direitos. Fica, no entanto, a primeira pedra. Para a Olivedesportos, será um fim de ciclo ou uma refundação?

O texto acima foi retirado do site Relvado. É mais uma achega para o tema Benfica/Direitos Televisivos/Olivedesportos.
Respondendo às perguntas do texto, para mim será uma Olivedesportos mais fraca e um fim do domínio declarado no panorama do futebol português. Pode não ser um fim de ciclo, mas terá obrigatoriamente de mudar algo para que isso não aconteça!

Uma no cravo, outra na ferradura

António Salvador presidente do Sp. Braga em entrevista à Bola Tv vem dizer que o seu clube é um dos que merece que o seu contrato de direitos televisivos, de pouco mais de 3 milhões, não sei se por um ano ou mais, seja revisto.
Depois sai-se com esta, «Há pessoas que têm memória curta e parecem esquecer-se de quem esteve sempre presente para ajudar os clubes portugueses», numa referência a Joaquim Oliveira e à Olivedesportos.
Afinal em que ficamos Toino?

A isto chama-se o quê?

"Olivedesportos dá carros a Vítor Pereira e a Fernando Gomes"

"Organismo tem ao seu dispor 13 veículos fornecidos por Joaquim Oliveira"

Mais palavras para quê?

 

Benfica precisa de abrir os olhos

Até o Rui Santos, um não benfiquista, defende que o Benfica não deve renovar o contrato com a Olivedesportos sob pena de continuar a alimentar o "sistema".
Olivedesportos, cujo proprietário até promove candidatos a adversários a Vieira nas próximas eleições, ainda segundo Rui Santos.
Alguns benfiquistas já afirmaram que o contrato está assinado, apenas aguarda a melhor oportunidade para ser anunciado. Mas, se fosse verdade, então porque motivo Joaquim Oliveira jantou com Pinto da Costa, com o ministro Relvas e com o benfiquista Fernando Seara e esposa e não convidou Luís F. Vieira?
Não bate a bota com a perdigota!

A infame campanha dos anti-Benfica

«Um grupelho de duas dúzias de indigentes aproveita os jogos do Benfica e a exposição mediática para insultar e ameaçar profissionais e dirigentes do clube, queimando em lume branco as figuras principais, do presidente ao treinador, passando por jogadores outrora intocáveis.

Estas manifestações e o vandalismo através de pichagens inserem-se numa campanha com o claro intuito de colocar pressão num cenário de eleições, que se realizam num contexto muito condicionado pelas absurdas limitações estatutárias aos potenciais candidatos. Há uma mão oculta, um móbil e um “modus operandi”, visando agravar a situação interna do clube, a partir da descredibilização da equipa de futebol, para desembocar numa mudança de poder, depois de este cair nas ruas.» (João Q. Manha, in Record)

Se juntarmos à palhaçada acima referida, as notícias dando Jorge Jesus como técnico azul na próxima época, entretanto desmentidas pelo técnico, a que juntaram uma entrevista (será que existiu mesmo?) de Manuel Sérgio no mesmo site, está montado o circo para desestabilizar o Benfica.
Felizmente a maioria dos benfiquistas aprendeu com os erros do passado e não embarcam em aventuras.

Quem tem interesse nesta situação? Os verdadeiros benfiquistas não têm certamente, a menos que sejam burros ou tenham fraca memória!
Afinal querem a renovação com a Olivedesportos?

Os benfiquistas conscientes querem o melhor para o Benfica, mesmo que não gostem de A ou B. E se não gostam, o único caminho a percorrer é requerer uma assembleia-geral extraordinária e discutir as questões à porta fechada.
Já esqueceram os anos horríveis porque passou o clube?
Querem continuar a dar armas aos inimigos?

O fim do império à vista

Confesso que não esperava que o comentador Rui Santos tivesse coragem de dizer isto:
No programa "Tempo Extra" da SIC no último domingo, Rui Santos analisou a recusa do Benfica à proposta de 111 milhões de euros da Olivedesportos. "Seria aparentemente um bom valor, mas estrategicamente acho que o clube fez muito bem em ter recusado", defende.
"Quando Rui Gomes da Silva [administrador da SAD do Benfica] diz que a recusa não se deveu apenas a razões financeiras, está tudo dito. Essa é a declaração chave. O que está em causa é o poder da Olivedesportos e poucos duvidam da força desse poder, desse monopólio. É uma espécie de banco dos clubes portugueses e a figura de Joaquim Oliveira é consultada para tudo! Todas as pessoas que se candidatam a um cargo têm de ter a sua benção. E já nem quero falar no papel de uma agência de viagens ligada à Olivedesportos...", acrescenta.
O cronista do Relvado sublinha que "neste sistema, o Benfica não pode consolidar uma situação de hegenomia e por isso a via da rutura é a única que o Benfica tem, deve romper este sistema para que algum dia possa obter o domínio do futebol em Portugal, pois se este sistema continuar, não tem hipótese nenhuma".
Quando um sportinguista diz o que leram atrás estamos conversados!
O império de Joaquim Oliveira está ameaçado, não só pela possibilidade de perder os jogos do Benfica, como pela queixa que a Liga de Clubes pondera avançar para a Comissão Europeia devido ao monopólio nos direitos televisivos.
Através da Liga, os clubes (pequenos) decidiram pedir 200 milhões de euros pelas transmissões televisivas. Falta saber qual o período de tempo e quais os clubes que seriam beneficiados.

Não quero acreditar

Parece que o Benfica e o empresário Pais do Amaral não chegaram a acordo, facto que já era praticamente esperado desde que se viu que a empresa dele não conseguiu garantir os direitos da Liga dos Campeões e da Liga Europa, recentemente postas a concurso.
A mesma notícia diz que agora o Benfica deverá negociar com a SportTv.
Não quero acreditar nesta hipótese. E porquê? Porque mesmo que paguem o preço devido e pedido pelo Benfica, o Porto vai a reboque e sobe os valores do seu contrato sem que nada o justifique.
Temos a Benfica TV e existem formas de transmitir os nossos jogos. Chegar a acordo com a SportTv é que considero um erro crasso.
Há bem pouco tempo o presidente L.F. Vieira dizia ter outras opções, por isso espero que não tenhamos de continuar na mão da Olivedesportos.

Só 30%!

Numa notícia alusiva à eleição do novo presidente da Liga de Clubes, li que ele quer mudar a percentagem das receitas televisivas para os clubes mais pequenos.
Segundo ele, 50% das receitas televisivas são para os chamados "três grandes", 20% para os restantes 29 clubes das I e II Ligas e 30% para a Olivedesportos.
E eu que achava que a Olivedesportos ainda ganhava mais!

Oliveira "botou pra quebrar"!

Utilizando uma expressão brasileira, o antigo internacional português, ex-jogador do FC Porto e também do Sporting e do Bétis, que já foi treinador do FC Porto e seleccionador nacional, um dos sócios da Olivedesportos com o irmão Joaquim, com quem se incompatibilizou e saíu da sociedade, na entrevista de ontem desmascarou muito do que se passa nos bastidores do futebol português.
Nada que não se soubesse ou se suspeitasse, mas que agora foi confirmado por alguém que sabe o que se passa. 
Mais do que nunca ficou claríssimo que o Benfica não pode renovar com a Olivedesportos!

Por mim já tinha sido ontem

Diz o jornal A Bola que «a direcção do Benfica pressiona Vieira a romper já o contrato com a Olivedesportos». Na base estaria novamente a manipulação de imagens
Se for verdade tem todo o meu apoio e de todos os sócios e adeptos benfiquistas mesmo que isso implique uma indemnização.
Afinal de contas temos a nossa TV e certamente que a publicidade pagaria a multa. Se bem que um bom gabinete de advogados talvez conseguisse livrar a multa face às leis comunitárias.

O Rui Santos ataca Joaquim Oliveira

A minha alma está parva! 
Rui Santos na sua crónica de hoje no Record ataca o poder de Joaquim Oliveira conseguido à custa dos clubes portugueses. Nada que não soubessemos, apenas felicito o cronista pela coragem.
Infelizmente não tive acesso à crónica completa, pedindo desde já a quem a tenha que ma faculte, mas o parágrafo abaixo já não deixa dúvidas que o acusa de abuso de poder. E tudo por não ter aceite o que um canal aberto, não sei qual, lhe ofereceu para transmitir o jogo.
«Joaquim Oliveira não precisa de dar a cara. Gera uma receita anual de cerca de 200 milhões de euros com os assinantes da Sport TV, cujo negócio lhe permitiu estender o seu poder na área da comunicação social, como proprietário dos títulos JN, DN, O Jogo, da rádio TSF e do canal de desporto/futebol Sport TV, que não abdicou de transmitir, por exemplo, o último Sporting-Benfica, porque ou as outras estações lhe dão o preço que querem ou as grandes transmissões ficam por sua conta e risco. Uma temática em discussão nas instâncias europeias. É muito poder concentrado. E o poder excessivo gera múltiplos abusos. Com uma enorme “complacência democrática».
Oxalá as instâncias europeias venham a condenar a SportTV e o Benfica se veja livre do contrato que tem com a Olivedesportos até 30 de Junho de 2013. 

A Olivedesportos tem impedido o Benfica de ser maior

Foi anunciado ontem que o Benfica ficou em 26º lugar a nível mundial em termos de facturação na época 2009/10. No total foram 98,2 milhões de euros. 
Sendo:
- 48,2 de receitas de bilheteira (11º lugar);
- 41,2 de receitas comerciais (17º lugar);
Já quanto a receitas televisivas não aparece na lista, o que demonstra que a quantia não é compatível com a grandeza evidenciada nos outros parâmetros.
Se 48,2 + 41,2 = 89,4
Então, 98,2 - 89,4 = 8,8 que será a receita de direitos televisivos!
Até o poderoso Fulham recebe 60 milhões nesse parâmetro. Claro que Portugal não é a Inglaterra, mas já foram feitos estudos que dão como valor justo para o Benfica uns 35 milhões anuais.
A Olivedesportos não dá porque tem o rabo entalado pelo FC Porto e isso talvez a leve à morte se o Benfica tiver a coragem de romper de vez com eles.
A inspiração para este post veio do Futebol Live.

Benfica sem TV

A ameaça do Benfica à Olivedesportos é como a OPA que um dia Berardo lhe lançou. Não é para levar muito a sério. É um “bluff” para tentar subir o valor do contrato com Joaquim Oliveira. Mas não há força para desalojá-lo. Nem grande vontade. 
Este é o parágrafo inicial dum artigo de opinião publicado hoje no Record.
Porque é um assunto actual e para o qual os benfiquistas são sensíveis, resolvi trazê-lo aqui para debate de opiniões.
Não há quase nenhum benfiquista que não queira ver a Olivedesportos/Sporttv pelas costas, a não ser que abram muito bem os cordões à bolsa.
Ainda ontem li em dois blogues gloriosos referência a este tema e fazendo fé no que li e neste artigo fico com a sensação, quase certeza, que ainda não será desta que nos vamos ver livres do OliveirinhaTV, o que é pena. E não nos vamos ver livres porque existem muitas ligações colaterais que tornam o rompimento muito complicado.
São as chamadas ligações perigosas que tornam a decisão de rompimento muito difícil.
Ao menos saibam negociar os novos valores para patamares bem altos porque o Benfica é a "teta" do futebol português e de todos os seus mamões.

Negociações com a SportTV à vista

O presidente do Benfica concedeu ontem uma grande entrevista à Benfica TV, focando diversos temas da actualidade do clube, alguns dos quais vieram responder às dúvidas que assaltavam muitos benfiquistas.
Um dos temas que tem andado na ordem do dia, especialmente depois do incidente com a SportTV há uma semana atrás, é a eventual renegociação do contrato com aquele canal.
Luís FilipeVieira esclareceu que o Benfica não vai rasgar contratos e que vai sentar-se à mesa com  Joaquim Oliveira ainda durante este mês de Agosto ou o mais tardar no início de Setembro.
Garantiu que o Benfica não está amarrado àquele canal e que sabe bem quanto vale o seu nome em termos de mercado televisivo, tendo confirmado ainda que por si só o Benfica garante audiências idênticas às dos nossos dois rivais juntos.
Se não chegarem a um acordo, cumprirão os três anos de contrato que faltam, mas partirão imediatamente para negociações com outros parceiros.
Confesso que gostei de ver este assunto focado na entrevista porque há dias escrevi uma carta aberta a LFV precisamente sobre a SportTV.
Quem quiser ouvir a entrevista com duração de cerca de  25 minutos, ela encontra-se no final desta coluna de postagens.

Renegociação de contrato televisivo

A confirmar-se a notícia de hoje, a Olivedesportos terá de abrir os cordões à bolsa se quiser continuar a ter os direitos televisivos do Benfica pós 2013.
A proposta mínima para a renovação seria de 25 milhões por ano, mais do triplo da actual, que é de 7,5 milhões.
Diferença muito significativa é certo, mas não desajustada da realidade, tendo em conta que o contrato que vigora foi assinado há alguns anos atrás e também face à "arma" negocial que o Benfica agora detém, a BenficaTV.
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