Todos sabemos que o clube nos últimos 15/20 anos não primou pela organização. E isso reflectiu-se nas classificações do futebol e das modalidades, com raras excepções.
Até que chegamos a Junho de 2009.
Eleições antecipadas, aliás muito criticadas, com alguma razão considerando a questão da democracia, mas justificáveis considerando os fins a atingir. E os fins a atingir eram nada mais nada menos que a defesa da instituição Benfica das bocas "famintas" de alguns lobos.
O reeleito presidente L.F.Vieira, aposta todas as fichas na vertente desportiva, conforme prometera na curta campanha eleitoral e para esse efeito já havia contratado um mês antes, Jorge Jesus, técnico competente e altamente conhecedor do meio.
O patrão do futebol, Rui Costa, apresenta-se mais qualificado e maduro.
Estavam então reunidas as condições mínimas mas faltavam ainda as contratações e sobretudo as regras a seguir para que tudo desse certo e não acontecesse uma repetição do passado.
Sabe-se agora que entre as muitas medidas adoptadas, as
multas são dissuasoras de qualquer tentação de incumprimento e foram atribuídos
prémios por objectivos para obrigar os jogadores e treinador a correr atrás das metas.
Ninguém pode adivinhar o futuro mas ele apresenta-se risonho para a grande nação benfiquista.